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Análise de Propilenoglicol: guia técnico-acessível sobre usos, segurança e métodos laboratoriais

Introdução


O propilenoglicol (também chamado de 1,2-propanodiol, monopropilenoglicol ou simplesmente PG) está presente em centenas de produtos que usamos no dia a dia — desde cosméticos e medicamentos até alimentos industrializados e fluidos para cigarros eletrônicos.


Apesar de sua ampla utilização, muitas pessoas desconhecem o que ele é, se oferece riscos à saúde e, principalmente, como os laboratórios analisam sua pureza, concentração e possíveis contaminantes.


Neste artigo técnico-acessível, você vai compreender a química do propilenoglicol, suas aplicações, limites regulatórios e — foco principal — os métodos instrumentais empregados para sua análise quantitativa e qualitativa.


Ao final, apresentamos os serviços especializados do Laboratório Lab2bio para atender indústrias, órgãos fiscalizadores e consumidores conscientes.


Vamos dividir o conteúdo em quatro grandes seções:


1. O que é o propilenoglicol? (definição, propriedades e produção)

2. Principais aplicações e regulamentações sanitárias

3. Riscos, segurança e mitos comuns

4. Análise laboratorial do propilenoglicol — métodos, equipamentos e parâmetros

5. Conclusão e serviços do laboratório

6. FAQ (perguntas frequentes)



O que é o propilenoglicol? Uma visão química sem complicações


Definição básica


O propilenoglicol é um composto orgânico da família dos dióis — ou seja, uma molécula que contém dois grupos hidroxila (-OH) ligados a átomos de carbono vizinhos.


Sua fórmula molecular é C₃H₈O₂, e sua estrutura pode ser representada como CH₃–CH(OH)–CH₂OH.


Trata-se de um líquido viscoso, incolor, praticamente inodoro (com leve doçura característica) e higroscópico (absorve água do ambiente).


Diferentemente de outro diol famoso — o etilenoglicol, componente de radiadores automotivos — o propilenoglicol é reconhecido por agências de saúde como baixa toxicidade em concentrações usuais, podendo ser utilizado até mesmo em injetáveis e alimentos.



Propriedades físico-químicas relevantes para análise


Para que um laboratório consiga analisar o propilenoglicol com precisão, é necessário conhecer suas propriedades:


| Propriedade | Valor típico | Importância analítica |

|-------------|--------------|----------------------|

| Massa molar | 76,09 g/mol | Base para cálculos de concentração |

| Ponto de ebulição | 188,2 °C | Permite separação por cromatografia gasosa |

| Ponto de fusão | -59 °C | Estável à temperatura ambiente |

| Densidade (20°C) | 1,036 g/cm³ | Útil para controle de qualidade por densimetria |

| Índice de refração | 1,432 | Parâmetro para métodos físico-químicos |

| Solubilidade | Miscível em água, etanol, acetona | Facilita preparo de amostras |



Como é produzido industrialmente?


Mais de 99% do propilenoglicol é fabricado porhidratação do óxido de propileno, um derivado do petróleo. Existem duas rotas principais:


- Rota não catalítica (alta temperatura e pressão) — produz uma mistura de isômeros.

- Rota catalítica — mais limpa e com maior rendimento.


Há ainda produção por rotas biossustentáveis a partir da glicerina (subproduto do biodiesel), mas ainda em menor escala.



Graus de pureza


O propilenoglicol é comercializado em diferentes graus, cada um com exigências analíticas específicas:


- Grau industrial – até 99,5% de pureza, usado em fluidos anticongelantes, plastificantes.

- Grau USP/EP (Farmacopeia Americana / Europeia) – pureza ≥ 99,8%, com limites rigorosos para metais pesados, etilenoglicol e resíduos de óxido de propileno. É o grau aceito para alimentos, medicamentos e cosméticos.

- Grau técnico – intermediário.


Por que isso importa para a análise? Porque o método e a instrumentação exigidos dependem do grau de pureza declarado e da matriz da amostra.



Aplicações cotidianas e onde o propilenoglicol se esconde


Alimentos e bebidas


O propilenoglicol é um aditivo alimentar aprovado no Brasil pela ANVISA (Ins Nº 1520). Suas funções:


- Umectante – mantém a umidade de massas de bolo, coco ralado, produtos de panificação.

- Solvente – para corantes e aromatizantes artificiais.

- Estabilizador – em sorvetes e coberturas.


O limite máximo varia de 0,5 g/kg a 3 g/kg, dependendo do alimento. Análises laboratoriais garantem que esses limites não sejam ultrapassados.



Medicamentos (formas orais, tópicas e injetáveis)


Em farmácias de manipulação e indústria farmacêutica, o propilenoglicol é usado como:


- Excipiente veicular em xaropes, soluções orais e injetáveis.

- Agente penetrante em pomadas e cremes.

- Conservante auxiliar em colírios.


A Farmacopeia Brasileira exige análises de teor (99,0% a 101,0% na base anidra), acidez, água (Karl Fischer) e etilenoglicol (limite < 0,1%).



Cosméticos e higiene pessoal


Shampoos, condicionadores, hidratantes, protetores solares, cremes de barbear, pastas de dente, desodorantes roll-on. Aqui o PG atua como:


- Umectante – evita ressecamento na pele.

- Veículo – dissolve princípios ativos pouco solúveis em água.

- Modificador de viscosidade – ajusta a textura.


A Resolução RDC 48/2013 da ANVISA estabelece que produtos cosméticos podem conter até 10% de propilenoglicol em formulações de enxágue e 5% em não enxágue.



Cigarros eletrônicos e líquidos para vaporizadores


Esse é um uso controverso, porém disseminado. O “e-liquid” é composto tipicamente por:


- Propilenoglicol (30% a 70%)

- Glicerina vegetal

- Nicotina (opcional)

- Aromatizantes


A análise química nesse contexto visa quantificar o PG e detectar subprodutos de degradação como formaldeído, acetaldeído e acroleína — estes sim tóxicos.



Anticongelantes e fluidos industriais


Por baixar o ponto de congelamento da água, o propilenoglicol (grau industrial) é usado em sistemas de refrigeração, chillers e até mesmo em sistemas de aquecimento solar.


É preferido ao etilenoglicol onde há risco de contato acidental com animais ou pessoas (ex.: indústria alimentícia).



Regulamentações e limites de qualidade


| Órgão | Aplicação | Pureza mínima exigida | Limite de etilenoglicol |

|-------|-----------|----------------------|--------------------------|

| USP (Farmacopeia EUA) | Farmacêutico/alimento | 99,8% | < 0,1% |

| EP (Europeia) | Farmacêutico | 99,5% (anidro) | < 0,1% |

| ANVISA (Brasil) | Aditivo alimentar | Conforme USP | Conforme USP |

| FDA (EUA) | Indireto (embalagens) | Grau USP | < 0,2% |



Segurança, toxicologia e mitos comuns


É seguro? O que a ciência diz


A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) classifica o propilenoglicol como GRAS (Generally Recognized as Safe) para as funções e níveis aprovados.


A Organização Mundial da Saúde (OMS) define ingestão diária aceitável de 0 a 25 mg/kg de peso corporal.


O metabolismo do PG no organismo humano ocorre no fígado, convertendo-o em ácido lático e pirúvico (substâncias do ciclo energético normal).


Em doses muito elevadas (acima de 5 g/kg) podem ocorrer efeitos neurológicos transitórios, mas isso é extremamente raro em condições normais de exposição.



Intolerância e alergias


Uma pequena parcela da população pode apresentar dermatite de contato ou irritação ocular.


No entanto, a maioria dos casos atribuídos erroneamente ao PG se deve a outros conservantes ou fragrâncias na mesma formulação.



Mitos frequentes


- “Propilenoglicol é o mesmo que etilenoglicol (veneno de radiador)” → Falso. O etilenoglicol é altamente tóxico (metaboliza-se a ácido oxálico, causando falência renal aguda). O propilenoglicol é seguro nos níveis permitidos.

- “Cigarro eletrônico com PG libera gás mostarda” → Mito sem evidência. Embora o aquecimento excessivo possa gerar aldeídos, não há formação de gás mostarda (dicloroetilsulfeto).

- “Todo produto com propilenoglicol deve ser evitado” → Falso. As agências sanitárias mundiais o consideram seguro nos limites regulamentados.



Riscos ocupacionais e manipulação laboratorial


Para os técnicos que realizam análises de propilenoglicol, recomenda-se:


- Uso de EPI: luvas de nitrila, óculos de segurança e jaleco.

- Manipulação em capela com exaustão.

- Atenção à ignição — o PG tem ponto de fulgor em torno de 107°C (risco moderado).



Análise laboratorial do propilenoglicol: métodos, equipamentos e parâmetros


Agora chegamos ao coração técnico do artigo. A análise de propilenoglicol pode ser exigida por diferentes motivos:


- Controle de qualidade na recepção de matéria-prima.

- Verificação de conformidade com farmacopeias (USP, EP, F. Bras.).

- Detecção de adulteração (ex.: substituição parcial por dietilenoglicol).

- Quantificação em produtos acabados (cremes, e-liquids, alimentos).

- Ensaios ambientais (efluentes industriais).


Abaixo descrevemos os métodos mais empregados, do mais ao menos frequente.



Cromatografia Gasosa com Detector de Ionização de Chamas (CG-DIC)


Princípio: O propilenoglicol é volátil o suficiente para ser vaporizado (temperatura de injeção ~200-250°C). A amostra diluída em solvente (metanol, etanol ou água) é injetada em uma coluna capilar polar (ex.: polietilenoglicol — coluna HP-INNOWax ou equivalente). A separação ocorre por diferença de interação com a fase estacionária.


Parâmetros típicos:


- Coluna: 30 m x 0,25 mm x 0,25 µm

- Gás de arraste: Hélio ou hidrogênio (1,2 mL/min)

- Rampa de forno: 50°C (2 min) → 10°C/min → 200°C (5 min)

- Detector: DIC a 250°C

- Padrão interno: 1,3-butanodiol ou hexilenoglicol


Vantagens: alta resolução, detecta PG e contaminantes (etilenoglicol, dietilenoglicol, óxido de propileno) em níveis de ppm.


Limitações: requer derivatização se a amostra for muito aquosa? Não, diretamente injetável.



Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE/DAD ou CLAE/ELSD)


Para matrizes aquosas ou termolábeis, a CLAE é excelente.


- Coluna de troca iônica ou fase reversa (C18).

- Fase móvel: água/ metanol (95:5) ou acetonitrila/água.

- Detectores: Índice de refração (menos sensível), ELSD (Evaporative Light Scattering) ou espectrofotometria no UV – embora o PG não absorva UV, pode ser derivatizado com cloreto de benzoíla.



Espectroscopia no Infravermelho com Transformada de Fourier (FTIR)


Usada para identificação rápida (fingerprint) e controle de pureza. O PG apresenta bandas características:


- 3350 cm⁻¹ (O-H estiramento, larga, de ligações de hidrogênio)

- 2970 cm⁻¹ (C-H alifático)

- 1455 cm⁻¹ e 1375 cm⁻¹ (deformações CH₃ e CH₂)

- 1050 cm⁻¹ e 1100 cm⁻¹ (C-O de álcool secundário)


Amostragem: célula de transmissão com janelas de KBr ou ATR (Reflexão Total Atenuada) – mais prática.



Ressonância Magnética Nuclear (RMN de ¹H)


Método de referência para determinação estrutural e quantificação absoluta sem necessidade de padrões externos (uso de padrão interno de pureza certificada, como ácido maleico ou TMS). No espectro de RMN de ¹H (400 MHz, D₂O ou CDCl₃):


- Dubleto em δ 1,15 ppm (CH₃)

- Multipleto em δ 3,45 ppm (CH₂)

- Multipleto em δ 3,85 ppm (CH)


Vantagem: identifica isômeros e contaminantes.


Desvantagem: equipamento caro, poucos laboratórios comerciais possuem.



Métodos físico-químicos clássicos (ainda válidos)


Para laboratórios de menor porte ou análises rotineiras de simples conformidade:


- Densidade (picnometria ou densímetro digital): PG puro a 20°C deve apresentar densidade entre 1,035 e 1,040 g/cm³.

- Índice de refração (refratômetro Abbe): n20/D entre 1,432 e 1,434.

- Acidez titulável: solubilizar PG em água e titular com NaOH 0,01 M, fenolftaleína. Limite USP < 0,1 mL de NaOH 0,01 M/g.

- Perda por dessecação / água (Karl Fischer): PG puro deve ter menos de 0,2% de água (grau farmacêutico).



Análise de contaminantes críticos


O contaminante mais perigoso é o etilenoglicol (EG). Método oficial USP <467> para solventes residuais: CG-DIC com coluna HP-5 ou equivalente. Limite de quantificação deve ser ≤ 10 ppm.


Outros contaminantes monitorados:


- Óxido de propileno (residual do processo)

- Dietilenoglicol (DEG)

- Cloretos, sulfatos, metais pesados (chumbo, cádmio, mercúrio, arsênio) por ICP-MS ou ICP-OES.



Preparo de amostras – passo essencial


Uma análise confiável começa com a preparação correta:


1. Amostras líquidas homogêneas (PG puro): diluição direta 1:100 em metanol ou água grau HPLC.

2. Cosméticos cremosos: extração líquido-líquido com solvente orgânico (acetato de etila) ou extração por ultrassom.

3. Alimentos sólidos (ex.: bolo): homogeneização em água, filtração, clarificação com Carrez I e II e injeção em CLAE ou CG.

4. Efluentes industriais: extração em fase sólida (SPE) com cartucho C18.



Validação de métodos – o que o laboratório deve garantir


Um laudo de análise de propilenoglicol só tem validade técnica e jurídica se o método for validado segundo os critérios do INMETRO ou ANVISA (RDC 166/2017). Parâmetros mínimos:


- Seletividade (pico sem interferentes)

- Linearidade (coeficiente de correlação r ≥ 0,995)

- Precisão (repetitividade e precisão intermediária, CV ≤ 5%)

- Exatidão (recuperação entre 95% e 105%)

- Limite de detecção (LOD) e quantificação (LOQ)

- Robustez



Conclusão


O propilenoglicol é um insumo químico extremamente versátil, seguro dentro dos limites regulatórios e onipresente em setores que vão desde a indústria farmacêutica até a de alimentos e cosméticos.


No entanto, sua qualidade e conformidade só podem ser atestadas por meio de análises laboratoriais rigorosas.


Métodos como cromatografia gasosa, CLAE, FTIR e ensaios físico-químicos são capazes de identificar não apenas o teor de PG, mas também impurezas críticas como etilenoglicol e óxido de propileno.


Para empresas que produzem, manipulam ou comercializam produtos contendo propilenoglicol, contar com um laboratório parceiro é condição essencial para evitar recalls, sanções da ANVISA e riscos à saúde do consumidor.



Serviços do Laboratório Lab2bio


O Laboratório Lab2bio é especializado em análise de propilenoglicol em matrizes complexas:


✅ Ensaio de teor de propilenoglicol– CG-DIC com padrão interno certificado (faixa 0,01% a 100%)

✅ Detecção e quantificação de contaminantes – etilenoglicol, dietilenoglicol, óxido de propileno, metais pesados (ICP-MS)

✅ Análise de produtos acabados – alimentos, cosméticos, medicamentos, líquidos de cigarro eletrônico, anticongelantes, matérias-primas a granel

✅ Ensaio de pureza segundo USP/EP/F. Bras. – inclusive para registro de produtos na ANVISA

✅ Laudos técnicos com validade jurídica – para defesa do consumidor, fiscalizações e exportação

✅ Atendimento rápido e sigilo analítico


Entre em contato com nossa equipe técnica para solicitar orçamento, coletas ou maiores informações sobre a análise de propilenoglicol.


Temos capacidade de processamento em escala nacional e prazos compatíveis com a sua cadeia produtiva.



A Importância de Escolher o Lab2bio


Com anos de experiência no mercado, o Lab2bio possui um histórico comprovado de sucesso em análises microbiológicas.


Empresas do setor alimentício, indústrias farmacêuticas, laboratórios e outros segmentos confiam no Lab2bio para garantir a segurança e qualidade do seu alimento.


Evitar riscos de contaminação é um compromisso com a saúde de seus clientes e com a longevidade do seu negócio. Investir em análises periódicas é um diferencial que fortalece sua reputação e evita prejuízos futuro.


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FAQ (Perguntas Frequentes)


1. O que é análise de propilenoglicol e por que ela é necessária?

É o conjunto de ensaios laboratoriais que determinam a concentração, pureza e presença de contaminantes no propilenoglicol. Necessária para garantir segurança, conformidade regulatória e qualidade em alimentos, medicamentos, cosméticos e produtos industriais.


2. Com que frequência devo analisar o propilenoglicol usado na minha indústria?

Recomenda-se análise a cada lote recebido (controle de recepção) e periodicamente nos produtos acabados (ao menos uma vez por semestre ou conforme definido no BPF).


3. Quais contaminantes são mais perigosos no propilenoglicol?

Etilenoglicol, dietilenoglicol e óxido de propileno residual. O etilenoglicol é nefrotóxico, e seu limite é de 0,1% máximo para grau farmacêutico.


4. O laboratório analisa propilenoglicol em pequenas amostras (ex.: 50 mL

Sim. Nosso laboratório aceita volumes a partir de 20 mL para análises completas.


5. Quanto tempo leva para sair o resultado da análise de propilenoglicol?

Entre 5 e 10 dias úteis, dependendo da matriz e dos parâmetros solicitados. Urgências podem ser negociadas.


6. O laudo tem validade para ANVISA e exportação?

Sim. Todos os nossos métodos são validados e seguem as diretrizes da RDC 166/2017, ISO 17025 (em fase de acreditação), sendo aceitos por ANVISA, MAPA e autoridades internacionais.


7. Posso enviar a amostra por correio?

Sim. Enviamos instruções de embalagem e conservação. Para amostras perigosas, o transporte deve ser contratado pelo cliente com transportadora química.


8. Qual a diferença entre análise de propilenoglicol grau USP e grau industrial?

O grau USP exige limites muito mais rigorosos para impurezas e ensaios adicionais (ex.: metais pesados, resíduos de solventes). O grau industrial é analisado apenas para densidade, índice de refração e teor bruto.


9. O laboratório fornece coleta externa?

Sim, temos rede de coletores capacitados para atendimento em todo o território nacional.


10. A análise identifica se o propilenoglicol é de origem vegetal ou petroquímica?

A análise convencional não diferencia a origem (a molécula é idêntica). Para comprovação de origem renovável, utilizamos carbono-14 (ANSI/ASTM D6866).



 
 
 

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