Cladosporium sp. no ar: por que monitorar esse fungo é fundamental para a saúde e a qualidade ambiental
- Enfermeira Natalia Balsalobre
- 23 de jun. de 2022
- 11 min de leitura
Introdução
Você já parou para pensar no que respira dentro de casa, no escritório ou no hospital? O ar que nos cerca contém muito mais do que oxigênio e nitrogênio.
Há também partículas de poeira, pólen, esporos de fungos e até bactérias. Entre os micro-organismos presentes na atmosfera, um gênero fúngico se destaca pela frequência e pelos potenciais impactos à saúde humana e ao equilíbrio de ambientes internos e externos: Cladosporium sp.
Este post tem um objetivo claro e prático: mostrar, com base em evidências científicas e na experiência institucional, a importância de analisar Cladosporium sp. no ar.
Se você é gestor de instalações, profissional da saúde, responsável por controle de qualidade ou simplesmente uma pessoa interessada em bem-estar ambiental, aqui encontrará informações valiosas para entender por que esse fungo merece atenção especial.
Ao longo das próximas seções, abordaremos:
- O que é Cladosporium sp. e por que ele é tão comum no ar.
- Os riscos para a saúde e para materiais.
- Como é feita a análise laboratorial.
- O que os resultados significam e como agir.
- Como os serviços do laboratório podem ajudar na prevenção e na conformidade regulatória.
Prepare-se para uma leitura técnica, mas acessível, que une ciência, saúde e decisões inteligentes.

Cladosporium sp.: o fungo onipresente que poucos conhecem
O que é Cladosporium?
Cladosporium é um gênero de fungos filamentosos (hifomicetos) amplamente distribuído na natureza.
Ele faz parte da microbiota natural do ar, do solo e de plantas. Existem mais de 700 espécies descritas, mas as mais frequentemente isoladas em amostras de ar são Cladosporium cladosporioides, Cladosporium herbarum e Cladosporium sphaerospermum.
Uma característica marcante desse fungo é sua cor escura (pigmentação melanizada), o que lhe confere maior resistência à radiação ultravioleta e a variações de temperatura e umidade.
Por isso, ele se desenvolve facilmente em ambientes internos e externos, sendo um dos principais componentes do bioaerossol em regiões tropicais e temperadas.
Por que ele é tão comum no ar?
Diferentemente de outros fungos que exigem condições muito específicas para liberar esporos, Cladosporium produz grande quantidade de esporos secos, leves e de tamanho reduzido (entre 2 e 10 micrômetros).
Esses esporos são facilmente suspensos pelo vento, por correntes de ar de sistemas de climatização ou mesmo pela movimentação de pessoas.
Estudos de aerobiologia mostram que, em muitas cidades, Cladosporium representa
30% a 50% de todos os fungos viáveis presentes no ar ambiente.
Em áreas rurais ou próximas a vegetação, esse percentual pode ultrapassar 80% em determinadas estações do ano, especialmente no verão e no outono.
O ciclo invisível: como o fungo viaja e se instala
O ciclo de Cladosporium no ar pode ser resumido em quatro etapas:
1. Produção de esporos – em superfícies orgânicas (folhas, madeira, tecidos, papéis).
2. Aerosolização – esporos se desprendem e entram no ar.
3. Transporte – movimentados pelo ar interno ou externo.
4. Deposição – pousam em superfícies ou são inalados.
Quando as condições de umidade relativa estão acima de 60% e há substrato orgânico disponível, os esporos germinam e formam novas colônias.
É por isso que ambientes mal ventilados, com infiltrações ou com equipamentos de ar-condicionado sujos, frequentemente apresentam contagens elevadas de Cladosporium.
Por que ignorar esse fungo é um erro estratégico?
Muitos gestores de edifícios comerciais, escolas e indústrias só se preocupam com fungos quando aparece mofo visível.
No entanto, Cladosporium pode estar presente no ar em concentrações preocupantes sem qualquer sinal aparente nas paredes ou tetos.
Isso ocorre porque seus esporos podem se depositar em dutos de ar, atrás de móveis, em forros falsos e em carpetes.
Sem uma análise laboratorial do ar, a decisão sobre a qualidade ambiental torna-se baseada em achismos, não em dados.
E, como veremos a seguir, a falta de dados pode trazer custos altos para a saúde e para a conservação do patrimônio.
Impactos da exposição a Cladosporium na saúde e no ambiente construído
Riscos à saúde humana
A exposição prolongada ou repetida a esporos de Cladosporium pode desencadear uma série de problemas, especialmente em populações vulneráveis: crianças, idosos, gestantes, pessoas com doenças respiratórias crônicas ou imunossuprimidas.
Alergias e rinite alérgica
O Cladosporium é um dos alérgenos fúngicos mais importantes do mundo. Seus esporos contêm proteínas e glicoproteínas capazes de estimular a produção de anticorpos IgE em indivíduos sensibilizados. Os sintomas típicos incluem:
- Espirros repetidos
- Coriza e congestão nasal
- Coceira nos olhos, nariz e garganta
- Olhos vermelhos e lacrimejamento
Diferentemente do pólen, que tem sazonalidade mais previsível, os esporos de Cladosporium podem estar presentes durante todo o ano em climas úmidos, causando rinite persistente.
Asma e exacerbação de sintomas
Para asmáticos, a exposição a Cladosporium funciona como um gatilho potente.
Estudos clínicos mostram que crianças que vivem em domicílios com altas concentrações desse fungo no ar têm maior risco de desenvolver asma e de apresentar crises mais frequentes e graves.
A inflamação brônquica induzida pelos esporos pode levar à obstrução das vias aéreas, chiado no peito, tosse seca e dificuldade respiratória.
Infecções oportunistas
Embora Cladosporium seja considerado um fungo de baixa patogenicidade para indivíduos saudáveis, em pacientes imunocomprometidos (transplantados, em quimioterapia, com HIV avançado) ele pode causar infecções cutâneas, sinusites fúngicas e, em casos raros, feohifomicose – uma infecção profunda de tecidos.
Síndrome do edifício doente
Escritórios, escolas e hospitais com má qualidade do ar biológico frequentemente registram aumento de queixas como fadiga, dor de cabeça, irritação ocular e da garganta – sem uma causa específica aparente.
Esses sintomas, agrupados sob o termo “síndrome do edifício doente”, têm sido associados a concentrações moderadas a elevadas de Cladosporium no ar interno, especialmente quando há recirculação de ar sem filtragem adequada.
Impactos em materiais e no patrimônio
Além dos efeitos diretos à saúde, Cladosporium também deteriora superfícies e reduz a vida útil de materiais.
Ele secreta enzimas hidrolíticas que degradam celulose, amido, gorduras e proteínas. Os alvos mais comuns incluem:
- Papéis e documentos (arquivos, livros, obras de arte em papel)
- Tecidos e estofados (cortinas, tapetes, roupas armazenadas)
- Madeira e derivados (móveis, pisos, estruturas de telhado)
- Tintas e revestimentos (paredes com umidade crônica)
- Equipamentos eletrônicos (acúmulo de esporos e micotoxinas em placas e dutos de ventilação)
Em ambientes hospitalares e laboratoriais, a presença de Cladosporium no ar pode comprometer resultados de culturas estéreis e aumentar riscos de infecção hospitalar.
Em indústrias alimentícias, o fungo pode contaminar superfícies de produção, levando ao descarte de lotes e a prejuízos financeiros.
Mitos comuns sobre Cladosporium
Antes de prosseguirmos, vale desfazer algumas ideias equivocadas:
- Mito 1: “Se não vejo mofo, o ar é seguro.” – Falso. Esporos são microscópicos e podem estar em altas concentrações sem manchas visíveis.
- Mito 2: “Cladosporium só aparece em lugares muito sujos.” – Falso. Ele coloniza qualquer superfície com umidade acima de 60% e matéria orgânica, inclusive ambientes limpos mas mal ventilados.
- Mito 3: “Basta usar álcool ou água sanitária para resolver.” – Falso. Esses produtos matam a superfície, mas não eliminam esporos suspensos no ar, que rapidamente recolonizam o ambiente.
Como é feita a análise de Cladosporium sp. no ar? Métodos e critérios laboratoriais
Amostragem: a etapa mais crítica
Uma análise confiável começa com uma amostragem representativa. O Laboratório utiliza equipamentos específicos para capturar os esporos presentes no ar. Os dois métodos mais comuns são:
Amostragem por impacto (método viável)
Um amostrador de ar (como o Anderson ou o MAS-100) aspira um volume conhecido de ar e direciona as partículas contra uma placa de Petri contendo meio de cultura (por exemplo, ágar Sabouraud ou ágar batata-dextrose).
Após a incubação (geralmente 5 a 7 dias a 25-28°C), as colônias de Cladosporium são identificadas por suas características macroscópicas (colônias aveludadas, verdes-oliva a pretas) e confirmadas por microscopia.
Vantagens: Permite saber se os esporos estão viáveis (vivos e capazes de crescer).
Limitações: Não captura todos os esporos presentes, pois alguns podem estar danificados ou não germinar nas condições do meio.
Amostragem por filtro (método não viável – contagem total de esporos)
Ar é aspirado através de um filtro de membrana (por exemplo, policarbonato ou celulose).
O filtro é corado (com solução de lactofenol-azul de algodão ou calcoflúor) e examinado em microscópio óptico. Os esporos são contados e identificados por morfologia.
Vantagens: Fornece a contagem total de esporos, vivos ou não. Rápido e independente da capacidade de cultivo.
Limitações: Não distingue entre viáveis e inviáveis; exige treinamento especializado para identificação morfológica.
O Laboratório geralmente combina os dois métodos para uma visão completa: contagem total + viabilidade.
Identificação e quantificação
Após a coleta, as amostras são processadas em condições estéreis. A identificação de Cladosporium baseia-se em:
- Características das colônias: textura aveludada ou pulverulenta, cor variando de verde-oliva a marrom-escuro, verso negro.
- Microscopia: hifas septadas, conidióforos eretos com cadeias ramificadas de conídios (esporos) unicelulares ou bicelulares, de formato variado (clavado, limoniforme, elipsoide), com cicatrizes conspicuas (hilos).
A quantificação é expressa em UFC/m³ (unidades formadoras de colônias por metro cúbico de ar) para o método viável, ou esporos/m³ para contagem total.
Interpretação dos resultados – o que é um nível aceitável?
Diferentemente de poluentes químicos, não há um limite de segurança universal fixado por lei para fungos no ar (como há para CO, material particulado etc.).
No entanto, a literatura científica e as diretrizes de entidades como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) sugerem os seguintes referenciais:
| Nível de Cladosporium (UFC/m³ ou esporos/m³) | Interpretação geral |
|------|-------------------|
| < 100 | Muito baixo – ambiente considerado com boa qualidade biológica |
| 100 – 500 | Baixo a moderado – aceitável para ambientes comuns, mas requer monitoramento |
| 500 – 1.000 | Elevado – potencial para causar sintomas alérgicos em sensíveis |
| > 1.000 | Muito elevado – risco para saúde e deterioração de materiais; ação necessária |
Atenção: O mais importante na interpretação é a comparação entre ar interno e ar externo. Em condições normais, o ar interno deve ter concentrações menores ou similares ao ar externo. Se o ar interno apresenta níveis significativamente mais altos (ex.: 800 UFC/m³ interno vs. 200 UFC/m³ externo), há forte evidência de uma fonte interna de proliferação.
Variáveis que interferem nos resultados
A análise deve considerar fatores que alteram drasticamente as contagens:
- Estação do ano: Verão e outono têm maiores concentrações.
- Horário do dia: Picos geralmente no final da manhã e início da tarde.
- Atividades recentes: Limpeza a seco, obras, entrada de pessoas, funcionamento de sistemas de climatização.
- Condições climáticas: Chuva reduz temporariamente os esporos no ar; vento aumenta.
Por isso, o Laboratório sempre orienta a realização de amostragens repetidas e em condições padronizadas.
Do dado à ação: como usar os resultados para prevenção e melhoria contínua
Medidas corretivas para concentrações elevadas
Se a análise apontar níveis acima do recomendado, especialmente com predomínio de Cladosporium em relação ao ar externo, as seguintes ações são indicadas:
1. Identificar e eliminar a fonte de umidade – infiltrações, condensação, vazamentos, umidade relativa alta persistente (ideal: manter entre 40% e 60%).
2. Remover materiais colonizados – papéis, madeiras, tecidos com crescimento fúngico visível devem ser descartados ou tratados profissionalmente.
3. Limpeza profunda de sistemas de HVAC – dutos, serpentinas, bandejas de condensado e filtros.
4. Aumentar a ventilação e a renovação de ar – abrir janelas quando possível ou aumentar a taxa de ar externo nos sistemas mecânicos.
5. Uso de filtros HEPA em áreas críticas – hospitais, laboratórios, salas limpas.
6. Controle da umidade com desumidificadores – especialmente em porões, arquivos e depósitos.
Monitoramento contínuo: uma prática inteligente
Realizar uma única análise é como tirar uma fotografia. Para entender a dinâmica do Cladosporium no ar, o ideal é o monitoramento periódico (por exemplo, a cada 3 ou 6 meses, ou após qualquer evento de umidade significativa como enchentes). Isso permite:
- Avaliar a eficácia das medidas corretivas.
- Detectar aumentos graduais antes que se tornem críticos.
- Subsidiar planos de manutenção preditiva.
- Atender a requisitos de certificações (ISO 14698-1 para biocontaminação, normas de qualidade do ar interior).
Aspectos legais e normativos
Embora a legislação brasileira ainda não exija a análise de fungos no ar para a maioria dos ambientes, algumas normas setoriais já indicam esse monitoramento:
- RDC 9/2010 (Anvisa) – para serviços de saúde, preconiza o controle de microrganismos em ar de áreas críticas.
- NR-15 (atividades insalubres) – ambientes com grande exposição a fungos podem ser caracterizados como insalubres.
- Certificações LEED e WELL – exigem parâmetros de qualidade do ar biológico.
Ignorar essas diretrizes pode trazer riscos jurídicos em casos de comprovado dano à saúde ou ao patrimônio.
Conversão comercial: como o Laboratório pode ajudar sua organização
A análise de Cladosporium sp. no ar não é um luxo técnico – é uma ferramenta de gestão de risco e de valorização ambiental.
O Laboratório oferece soluções completas e personalizadas para diferentes perfis de cliente:
Para empresas e instituições
- Laudos técnicos com validade jurídica e regulatória – ideais para comprovar conformidade em auditorias, processos seletivos de certificação ou defesas trabalhistas.
-Planos de monitoramento sazonal – acompanhamento trimestral com emissão de relatórios comparativos e recomendações práticas.
- Análise de eficácia de remediação – antes e depois de intervenções de descontaminação, garantindo que o ambiente ficou seguro.
Para profissionais da construção civil e arquitetura
- Testes de qualidade do ar pré-ocupação – em edifícios recém-construídos ou reformados.
- Avaliação de materiais e sistemas de climatização – identificando potenciais fontes fúngicas antes de manifestações clínicas.
Para o setor de saúde e educação
- Mapeamento de áreas de risco – UTIs, centros cirúrgicos, berçários, enfermarias, escolas com histórico de umidade.
- Capacitação técnica in company – treinamento de equipes de manutenção e de controle de infecção sobre boas práticas de prevenção.
Para pessoas físicas e residências
- Análise pontual para moradores com alergias ou asma – identificando se o ambiente doméstico é um gatilho para os sintomas.
- Avaliação pós-enchente ou vazamento – checagem rápida para segurança da família.
Diferenciais do Laboratório
- Acreditação ISO 17025 – garantia de rastreabilidade e competência técnica.
- Corpo técnico com mestres e doutores em micologia – interpretação qualificada, não apenas números.
- Prazo de entrega de até 10 dias úteis – agilidade sem abrir mão do rigor.
- Atendimento nacional com coleta presencial ou por kit de amostragem enviado – adaptado à sua localização.
Conclusão
A análise de Cladosporium sp. no ar vai muito além de uma exigência técnica isolada.
Trata-se de uma prática preventiva e estratégica que protege a saúde das pessoas, preserva o patrimônio, reduz custos futuros com remediações emergenciais e demonstra responsabilidade socioambiental.
Como vimos ao longo deste post, o fungo é onipresente, mas nem por isso inofensivo.
Sua presença em altas concentrações está associada a alergias, asma, deterioração de materiais e até riscos infecciosos em populações vulneráveis.
A boa notícia é que o monitoramento laboratorial permite intervir de forma precisa, baseada em evidências.
Se você é responsável por um ambiente onde pessoas vivem, trabalham, estudam ou se recuperam de doenças, pergunte-se: “Quando foi a última vez que o ar do meu espaço foi analisado do ponto de vista microbiológico?”.
Se a resposta for “nunca” ou “não me lembro”, talvez esteja na hora de agir. O Laboratório está à disposição para transformar essa dúvida em um plano de ação claro, seguro e economicamente vantajoso.
Não espere ver mofo para se preocupar. O ar invisível também fala – e a ciência pode traduzi-lo para você.
A Importância de Escolher o Lab2bio
Com anos de experiência no mercado, o Lab2bio possui um histórico comprovado de sucesso em análises laboratoriais.
Empresas do setor alimentício, indústrias farmacêuticas, laboratórios e outros segmentos confiam no Lab2bio para garantir a segurança e qualidade da água utilizada em suas atividades.
Evitar riscos de contaminação é um compromisso com a saúde de seus clientes e com a longevidade do seu negócio. Investir em análises periódicas é um diferencial que fortalece sua reputação e evita prejuízos futuro.
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FAQ – Perguntas Frequentes
1. A análise de ar para Cladosporium é cara?
O custo varia conforme o número de pontos de coleta e o tipo de método (viável ou não viável). Em geral, é um investimento muito menor do que os custos de afastamento de funcionários por doenças respiratórias, processos judiciais ou remediação estrutural após contaminação generalizada. Solicite um orçamento personalizado.
2. Com que frequência devo repetir a análise?
Para ambientes comuns, recomenda-se anualmente. Para áreas críticas (hospitais, indústrias alimentícias, arquivos históricos) ou com histórico de problemas, a cada 3 a 6 meses. Após qualquer evento de umidade excessiva (inundação, vazamento), a análise deve ser feita imediatamente após a secagem.
3. O resultado da análise mostra apenas Cladosporium ou outros fungos também?
Nossos laudos incluem a identificação e quantificação de todos os fungos viáveis ou esporos totais presentes. Cladosporium é destacado por sua relevância, mas também reportamos outros gêneros como Aspergillus, Penicillium e Alternaria.
4. É possível fazer a coleta em casa sem um técnico?
Sim, oferecemos kits de amostragem autoinstruíveis para pessoas físicas, com envio dos amostradores por correio. Após a coleta, você devolve o material para análise. Contudo, para ambientes corporativos ou com exigência de laudo técnico, recomendamos a coleta por nosso profissional.
5. Se o laudo indicar nível elevado, o Laboratório também faz a remediação?
Não realizamos remediação (para não haver conflito de interesses). No entanto, fornecemos recomendações detalhadas e, se desejar, indicamos empresas parceiras especializadas em limpeza e controle de fungos.
6. O resultado pode ser usado em processos judiciais ou perícias?
Sim. Nossos laudos são emitidos em conformidade com a ISO 17025, com rastreabilidade metrológica, e são aceitos como prova técnica em ações trabalhistas, cíveis e de saúde pública.
7. Quanto tempo leva para sair o resultado?
Entre 7 e 10 dias úteis para método viável (devido ao tempo de crescimento do fungo) e 5 dias úteis para contagem total. Expresso mediante acordo.





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