top of page

Ensaio de dissolução: o que é, por que importa e como avaliamos fármacos, cosméticos e suplementos

Introdução


Você já tomou um comprimido e ficou se perguntando se ele realmente vai se desmanchar na hora certa dentro do seu organismo?


Ou já aplicou um cosmético e quis saber se o princípio ativo seria liberado de forma uniforme na pele?


Essas perguntas, que parecem simples, são respondidas por um dos testes mais importantes da indústria farmacêutica, de cosméticos e de suplementos: o ensaio de dissolução.


Mesmo que o nome assuste um pouco, o conceito é elegante na sua simplicidade: trata-se de medir como e com que rapidez uma substância ativa sai de um produto (como um comprimido, uma cápsula, um adesivo, um gel ou até uma formulação líquida) e se dissolve em um meio que imita os fluidos do corpo humano.


Esse teste não é apenas um requisito regulatório — ele salva vidas, evita fraudes e garante que você está levando exatamente aquilo que o rótulo promete.


Neste guia, escrito em parceria com os especialistas do nosso laboratório, você vai entender desde os fundamentos químicos do ensaio de dissolução até as aplicações práticas em três grandes áreas: fármacos, cosméticos e suplementos alimentares.


Ao final, mostraremos como nossos serviços de análise podem ajudar seu negócio a cumprir as normas da ANVISA, FDA e outras agências, com tecnologia de ponta e laudos que você confia.


Vamos começar do começo.



O que é o ensaio de dissolução e por que ele é essencial?


O ensaio de dissolução é um procedimento laboratorial que mede a quantidade de princípio ativo liberada de uma forma farmacêutica ou produto de interesse em função do tempo, sob condições controladas de temperatura, agitação e composição do meio dissolvente.


Traduzindo: colocamos o produto (por exemplo, um comprimido de dipirona) dentro de um recipiente com um líquido que simula o suco gástrico ou intestinal, mantemos a temperatura em torno de 37°C (como o corpo humano) e agitamos suavemente.


Em intervalos regulares (5, 10, 15, 20, 30, 45, 60 minutos etc.), coletamos amostras do líquido e medimos quanto do princípio ativo saiu do comprimido e foi para o líquido.



A analogia do cubo de açúcar no café


Imagine um cubo de açúcar sendo colocado em um café quente, sem mexer. Se você provar o café após 10 segundos, estará quase sem doce. Após 1 minuto, já sentirá um pouco.


Após 3 minutos, o açúcar pode ter se dissolvido completamente. A velocidade com que o açúcar se solta e se espalha no café é análoga ao perfil de dissolução de um medicamento.


Se o cubo fosse revestido por uma casca dura (como um comprimido de liberação prolongada), a liberação do açúcar seria mais lenta e gradual.



Por que esse teste é obrigatório?


O ensaio de dissolução não é um capricho acadêmico. Ele responde a quatro perguntas críticas:


1. O produto vai funcionar? Se o comprimido não se desmanchar no estômago ou intestino, o princípio ativo não será absorvido — e o remédio será inútil.

2. O produto é sempre igual? Lotes diferentes do mesmo medicamento precisam liberar a substância ativa no mesmo ritmo. Pequenas variações no processo de fabricação podem atrasar ou acelerar a dissolução.

3. O genérico é equivalente ao referência? No Brasil, a ANVISA exige que medicamentos genéricos e similares passem por testes de dissolução comparativa com o produto inovador (referência). Se o genérico liberar o fármaco de forma diferente, ele não pode ser aprovado.

4. O produto continua bom após o vencimento? Testes de estabilidade incluem a dissolução. Se após 12, 24 ou 36 meses a dissolução cair abaixo do limite especificado, o prazo de validade é reduzido.



Consequências de um ensaio de dissolução mal feito


Já houve casos trágicos no mundo. Nos anos 80, um medicamento para tireoide teve sua formulação alterada, e a nova versão liberava o hormônio muito lentamente.


Pacientes que trocaram pelo produto modificado tiveram recaída do hipotireoidismo. O problema só foi descoberto após dezenas de queixas — e o ensaio de dissolução revelou a falha. Por isso, o teste é parede de concreto na garantia da qualidade.



Como funciona o ensaio de dissolução na prática — equipamentos e parâmetros


O equipamento principal: o dissolution tester


O coração do ensaio é um equipamento chamado dissolution tester (ou testador de dissolução).


Os modelos mais comuns possuem de 6 a 8 estações de teste independentes, cada uma com:


- Um copo (geralmente de vidro borossilicato) de 500 mL, 900 mL ou 1000 mL.

- Um sistema de banho-maria para manter a temperatura a 37 °C ± 0,5 °C.

- Um motor com controle preciso de rotação (normalmente entre 25 e 150 rpm).

- Uma hélice ou cesto de aço inoxidável que promove a agitação.

- Um sistema de amostragem automática ou manual para coletar alíquotas nos tempos programados.



Os aparatos mais usados (Farmacopeias Brasileira, Americana e Europeia)


As farmacopeias padronizam diferentes “aparatos” para diferentes formas de produto:


- Aparato 1 (cesto rotativo): Um pequeno cesto cilíndrico de malha fina contém o comprimido ou cápsula. Gira imerso no meio. Ideal para cápsulas gelatinosas ou comprimidos que flutuam.

- Aparato 2 (pá rotativa): Uma pá metálica com formato de meia-lua gira suavemente no meio. É o mais usado para comprimidos e cápsulas em geral.

- Aparato 3 (cilindro recíproco): O produto se move para cima e para baixo dentro de um tubo. Usado para partículas de liberação modificada ou implantes.

- Aparato 4 (célula de fluxo contínuo): O meio de dissolução flui através da célula onde está o produto. Indicado para fármacos de baixíssima solubilidade ou pós.


Para cosméticos e suplementos em formas como géis, adesivos ou formulações semissólidas, adaptamos estes aparatos ou usamos células de Franz (para permeação cutânea) e sistemas de dissolução vertical.



Escolha do meio de dissolução


O líquido onde o produto se dissolve precisa imitar as condições do local de liberação. Exemplos:


- Suco gástrico simulado (SGF sem pepsina): pH 1,2 — para medicamentos que devem liberar no estômago.

- Suco entérico simulado (SIF sem pancreatina): pH 6,8 ou 7,4 — para fármacos com revestimento entérico (que passa pelo estômago e libera no intestino).

- Solução tampão fosfato ou acetato — para cosméticos e suplementos que atuam em pH neutro ou levemente ácido.

- Meios com surfactantes (como lauril sulfato de sódio): Para fármacos muito pouco solúveis em água, adicionamos um detergente suave que aumenta a solubilidade sem agredir o princípio ativo.


Cada escolha segue a lógica biológica e farmacocinética — não é aleatória.



Os parâmetros críticos que o laboratório controla


Durante um ensaio de dissulação, o analista registra e controla:


- Temperatura (37°C ± 0,5°C) – uma variação de 1°C pode acelerar a dissolução em até 10%.

- Rotação da pá ou cesto (ex.: 50 rpm para comprimidos comuns, 75 rpm para liberação modificada).

- Volume e composição do meio.

- Tempos de coleta.

- Desgaseificação do meio (o oxigênio dissolvido pode interferir em fármacos sensíveis).


Parece detalhe? É justamente essa rigidez que torna o resultado confiável e reproduzível entre laboratórios do mundo inteiro.



Três realidades diferentes — dissolução em fármacos, cosméticos e suplementos


Para fármacos (medicamentos)


No segmento farmacêutico, o ensaio de dissolução é maduro e densamente regulado. As farmacopeias estabelecem limites de aceitação conhecidos como Q (do inglês quantity).


Exemplo: “não menos que 75% do princípio ativo deve ser dissolvido em 30 minutos”. Se um comprimido de losartana potássica liberar apenas 50% em 30 minutos, ele é reprovado.


Classificação biofarmacêutica (BCS): os fármacos são classificados em 4 classes de acordo com a solubilidade e permeabilidade.


Um fármaco Classe I (alta solubilidade, alta permeabilidade) pode até ser isento de alguns testes in vivo se a dissolução in vitro for muito rápida. Já um Classe IV (baixa solubilidade, baixa permeabilidade) exige dissolução criteriosa.


Liberação modificada versus liberação imediata: enquanto um comprimido de paracetamol tradicional dissolve em até 30 minutos, um comprimido de liberação prolongada de nifedipino dissolve lentamente por 8, 12 ou 24 horas. O perfil de dissolução é completamente diferente — e a metodologia também.



Para cosméticos


Muita gente acha que ensaio de dissolução não se aplica a cosméticos — mas isso é um erro.


Produtos como adesivos clareadores, géis anti-idade com ácido hialurônico,

loções para queda de cabelo e protetores solares com ativos hidratantes** precisam liberar seus princípios ativos na pele de forma controlada.


A grande diferença: não estamos falando de dissolução em meio aquoso simples, mas sim de:


- Dissolução em membrana sintética ou pele artificial: usamos células de Franz, onde o produto é aplicado sobre uma membrana que simula o estrato córneo, e medimos a quantidade de ativo que atravessa para um líquido receptor.

- meios com fluidos cutâneos simulados: pH 5,5, presença de lipídios, albumina etc.


Por que isso importa? Um creme com retinol pode ter alta concentração do ativo, mas, se ele não se liberar adequadamente na pele, você não terá efeito clínico. O ensaio de dissolução cosmético evita formulações “mentirosas”.


Normas aplicáveis: além dos métodos internos, seguimos diretrizes do CTFA (Cosmetic, Toiletry and Fragrance Association) e ISO 10993 para produtos com alegação de penetração cutânea.



Para suplementos alimentares


Suplementos à base de vitaminas, minerais, fitoterápicos e aminoácidos também precisam ser avaliados. Aqui, o ensaio de dissolução garante que:


- Um comprimido de vitamina C se desmanche adequadamente no estômago.

- Uma cápsula de ômega-3 com revestimento entérico não libere o óleo antes do intestino (evitando o “arrotos de peixe”).

- Um suplemento de magnésio quelato tenha biodisponibilidade consistente entre lotes.


O desafio: muitos suplementos são classificados como “alimentos” pela ANVISA (Resolução RDC 243/2018), mas a RDC 268/2005 (que trata de medicamentos genéricos) não se aplica a eles.


No entanto, a Portaria 22/2015 da Anvisa para boas práticas de fabricação de suplementos exige a comprovação de que o produto libera os nutrientes. Na prática, laboratórios sérios adotam métodos farmacopeicos adaptados.



Como interpretar resultados e o que eles significam para o seu produto


Perfis de dissolução e o fator de similaridade (f2)


Quando comparamos dois produtos (ex.: um lote novo versus um lote referência), a estatística usa o fator de similaridade f2.


Se f2 > 50, os perfis são considerados estatisticamente semelhantes. Essa métrica é exigida em processos de registro de genéricos, pós-alteração de fornecedor de insumo farmacêutico ativo (IFA) ou mudança no local de fabricação.


Exemplo de perfil (em % liberada):**


| Tempo (min) | Produto Referência | Produto Teste |

|-------------|--------------------|----------------|

| 5 | 18% | 17% |

| 10 | 35% | 34% |

| 15 | 55% | 56% |

| 20 | 72% | 74% |

| 30 | 91% | 90% |


Cálculo de f2 nesse caso daria > 50 – aprovado.



O que causa reprovação no ensaio de dissolução?


As causas mais comuns em nosso laboratório são:


- Dureza excessiva do comprimido: máquinas de compressão desreguladas.

- Variação no revestimento: camada fina demais ou grossa demais.

- Interação do princípio ativo com excipientes: formação de complexos insolúveis.

- Tamanho de partícula do fármaco muito grande: reduz a superfície de contato e retarda a dissolução.

- Envelhecimento da formulação: um produto que passava no teste aos 0 meses pode reprovar aos 12 meses devido à cristalização do ativo ou degradação.


Nosso laboratório sempre fornece um laudo com gráfico de perfil, valores individuais por unidade testada (n=6 ou n=12), médias, desvios e coeficiente de variação, além da análise estatística.



Mitos frequentes sobre dissolução


- “Se o comprimido desmanchar rápido, é melhor.” → Não necessariamente. Para liberação prolongada, desmanchar rápido significa falha.

- “O ensaio de dissolução é igual ao teste de desintegração.” → Falso. A desintegração só mede quanto tempo o comprimido vira pó. A dissolução mede quanto do fármaco efetivamente sai do pó para o líquido. Um comprimido pode desintegrar em 5 minutos, mas liberar apenas 30% do ativo.

- “Produtos importados não precisam desse teste.” → Errado. A RDC 11/2011 da Anvisa e os guias da FDA (SUPAC, por exemplo) aplicam-se também a importados. Todo lote comercializado no Brasil deve atender aos padrões nacionais.



Por que seu laboratório parceiro precisa de um ensaio de dissolução confiável?


Você chegou até aqui – já percebeu que o ensaio de dissolução não é um detalhe técnico menor.


Ele é uma barreira de segurança, uma exigência legal e uma vantagem competitiva. Um produto que falha nesse teste pode significar recall, prejuízo milionário, dano à reputação e, pior, risco à saúde do consumidor.


Nosso laboratório oferece análise completa de dissolução para fármacos, cosméticos e suplementos, com:



Tecnologia e credenciais


- Sistema de dissolução automático com 8 estações (Agilent / Distek), com bomba peristáltica e coletor de frações programável – eliminamos erros manuais de amostragem.

- Cromatógrafos líquidos de alta eficiência (HPLC) acoplados para quantificação precisa do ativo dissolvido, mesmo em baixas concentrações.

- Espectrofotômetro UV-Vis para casos onde o fármaco tem absorção característica direta – agilidade e custo reduzido.

- Células de Franz para semissólidos e adesivos cosméticos.

- Acreditação ISO/IEC 17025 – seus laudos têm validade regulatória internacional.

- Corpo técnico especializado: nossos farmacêuticos e químicos têm pós-graduação em controle de qualidade e participam de programas de proficiência (como o PAME da ANVISA).



O que fornecemos para você


- Relatórios completos com perfis de dissolução em gráficos comparativos.

- Cálculo de fator f2 e outros parâmetros estatísticos.

- Análise de robustez (teste de diferentes rotações e meios).

- Suporte para registro de produtos na ANVISA, COFEPRIS (México), FDA (EUA) e EMA (Europa).

- Investigação de causas de reprovação – não só reprovamos o lote, mas ajudamos você a corrigir.



Prazos e sigilo


Sabemos que o tempo de desenvolvimento de um medicamento ou cosmético é valioso. Trabalhamos com prazos de até 10 dias úteis para um ensaio de dissolução completo (triplicata, 6 unidades por produto).


Para projetos de estabilidade acelerada ou longa duração, oferecemos contratos anuais com desconto.


Compromisso de confidencialidade: todos os protocolos, formulações e resultados são regidos por contrato de NDA (Non-Disclosure Agreement). Seu segredo industrial está seguro.



Conclusão


O ensaio de dissolução é muito mais que um item de checklist regulatório. É uma janela para o comportamento biológico do produto, um instrumento de previsibilidade e um guardião da equivalência terapêutica ou funcional.


Seja um comprimido de 2 mg de um fármaco de alto risco sanitário, seja um gel cosmético com alegação de hidratação profunda, o teste de dissolução responde à pergunta que realmente importa: o produto vai entregar o que promete?


Para empresas sérias, investir em análises de dissolução de qualidade é investir em segurança jurídica, reputação e, principalmente, na saúde e satisfação de quem usa o produto em casa.


Nosso laboratório está de portas abertas para tirar suas dúvidas, validar seus métodos ou executar as análises que sua indústria precisa.


Entre em contato e solicite um orçamento personalizado. Sua próxima formulação merece a confiança de quem testa cada gota, cada minuto e cada miligrama dissolvido.



A Importância de Escolher o Lab2bio


Com anos de experiência no mercado, o Lab2bio possui um histórico comprovado de sucesso em análises microbiológicas.


Empresas do setor alimentício, indústrias farmacêuticas, laboratórios e outros segmentos confiam no Lab2bio para garantir a segurança e qualidade do seu alimento.


Evitar riscos de contaminação é um compromisso com a saúde de seus clientes e com a longevidade do seu negócio. Investir em análises periódicas é um diferencial que fortalece sua reputação e evita prejuízos futuro.


Para saber mais sobre Análise de Alimentos com o Laboratório LAB2BIO - Análises de Ar, Água, Alimentos, Swab e Efluentes ligue para (11) 91138-3253 (WhatsApp) ou (11) 2443-3786 ou clique aqui e solicite seu orçamento.



FAQ – Perguntas frequentes sobre ensaio de dissolução


1. O ensaio de dissolução é o mesmo para cápsulas e comprimidos?

Basicamente sim, mas as adaptações são pequenas. Cápsulas gelatinosas podem usar o Aparato 1 (cesto) para evitar que flutuem. O princípio e a análise são idênticos.


2. Meu produto é um fitoterápico com extrato seco – o teste de dissolução é necessário?

Sim, desde que seja uma forma farmacêutica sólida oral (comprimido, cápsula). Para extratos padronizados, o ensaio mede o marcador químico (por exemplo, hipericina para erva-de-são-joão).


3. Quanto custa um ensaio de dissolução em média?

Varia com a complexidade (se há desenvolvimento de método, se o ativo precisa de HPLC ou UV, número de tempos etc.). Em geral, entre R$ 800 e R$ 2.800 por amostra para ensaios simples. Entre em contato para uma cotação exata.


4. Quanto tempo demora o laudo final?

Entre 5 e 10 dias úteis para amostras pontuais. Para estabilidade com múltiplos intervalos, fechamos cronograma sob demanda.


5. Vocês fazem visita técnica para auxiliar no troubleshooting de falhas?

Sim. Um de nossos especialistas pode ir até sua planta (mediante acordo) para revisar o processo de compressão, revestimento ou encapsulamento que esteja causando reprovação.


6. O ensaio de dissolução detecta adulteração ou falsificação?

Indiretamente, sim. Um produto falsificado geralmente apresenta perfil de dissolução totalmente anômalo (muito rápido ou muito lento) ou teor zero. Mas o teste específico para falsificação é a identificação por cromatografia ou espectrometria de massas.


7. Produtos veterinários também precisam de dissolução?

Sim, principalmente medicamentos de uso oral em comprimidos, pastas ou pós. As farmacopeias veterinárias (como a do Ministério da Agricultura) adotam métodos similares aos humanos.



 
 
 

Comentários


Não é mais possível comentar esta publicação. Contate o proprietário do site para mais informações.

Solicite sua Análise

Entre em contato com o nosso time técnico para fazer uma cotação

whatsapp.png

WhatsApp

yrr-removebg-preview_edited.png
58DD365B-BBCA-4AB3-A605-C66138340AA2.PNG

Telefone Matriz
(11) 2443-3786

Unidade - SP - Matriz

Rua Quinze de Novembro, 85  

Sala 113 e 123 - Centro

Guarulhos, SP - 07011-030

(11) 91138-3253

(11) 2443-3786

Termos de Uso

Sobre Nós

Reconhecimentos

Fale Conosco

Unidade - Minas Gerais

Rua São Mateus, 236 - Sala 401

São Mateus, Juiz de Fora - MG, 36025-000

(11) 91138-3253

(11) 2443-3786

Unidade - Espírito Santo

Rua Ebenezer Francisco Barbosa, 06  Santa Mônica - Vila Velha, ES      29105-210

(11) 91138-3253

(11) 2443-3786

© 2026 por Lab2Bio - Grupo JND Soluções - Desenvolvido por InfoWeb Solutions

bottom of page